10/05/2011

Amizade

Uma homenagem aos meus amigos... Quero homenagear todos e às pessoas que, em geral fazem parte da minha vida.


Amizade
Que bom te ter aqui comigo,
Pra conversar e te conhecer
Entra na roda e vem comigo
Só é feliz quem tem amigos

Aproveitar esse momento lindo
Cantar, sorrir, fazer amigos
Celebrando a Deus que nos uniu
Como foi bom te conhecer

Que bom te conhecer
Pra mim foi um prazer
Viver em comunhão
Amigos mais chegados que irmãos.

Composição:
Emerson Pinheiro
Marcus Salles
Valmir Bessa

09/05/2011

A Garrafa! Questão de Consciência de Coletividade.

Enviado por: Doradia
Além de questão de consiência , é uma mudança de cultura .
Forte abraço



"A educação ambiental é a ação educativa permanente pela qual a comunidade educativa têm a tomada de consciência de sua realidade global, do tipo de relações que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas relações e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma prática que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transformação superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necessárias para dita transformação."
Fonte:Wikipédia

Saudade é o Amor Que Fica - Rogério Brandão

É um relato de vida maravilhoso vivido por esse médico, e que se aplica a todos nós com certeza, tornando-nos mais humanos e solidários, para com nosso irmãozinho.

Médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional, com toda vivencia e experiência que o exercício da medicina nos traz, posso afirmar que cresci e me modifiquei com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Dizem que a dor é quem ensina a viver.

Não conhecemos nossa verdadeira dimensão, até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.
Descobrimos uma força mágica que nos ergue, nos anima, e não raro, nos descobrimos confortando aqueles que vieram para nos confortar.

Um dia, um anjo passou por mim...

No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças.
Elas nos enternecem e nos surpreendem como suas maneiras simples e diretas  de ver o mundo, sem meias verdades.

Nós médicos somos treinados para nos sentirmos "deuses".
Só que não o somos!
Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado.
É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios,
a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além.

Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom.
Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses.
Somos forçados a reconhecer nossos limites!

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria.
Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.

Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento destas crianças.

Até o dia em que um anjo passou por mim.

Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada porém por  2 longos anos de tratamentos os mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapia e radioterapia.

Mas nunca vi meu anjo fraquejar.
Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro.
Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano!
Mas via confiança e determinação.
Ela entregava o bracinho à enfermeira, e com uma lágrima nos olhos dizia:
Faça tia, é preciso para eu ficar boa.

Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto.
Perguntei pela mãe.
E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.

Meu anjo respondeu:

- Tio, disse-me ela...
- Ás vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores.
Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim.
Mas eu não tenho medo de morrer, tio.
Eu não nasci para esta vida!
Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:
- E o que morte representa para você, minha querida?
- Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é?

(Lembrei minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.)

- É isso mesmo, e então?

Vou explicar o que acontece, continuou ela:
Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é?

- É isso mesmo querida, você é muito esperta!
- Olha tio, eu não nasci para esta vida!

Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar.
Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!

Fiquei "entupigaitado" .

Boquiaberto, não sabia o que dizer.
Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação.

- E minha mãe vai ficar com muitas saudades minha, emendou ela.

Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo:

- E o que saudade significa para você, minha querida?

- Não sabe não tio?
Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um dar uma definição melhor,
mais direta e mais simples para a palavra saudade:
É o amor que fica!
Um anjo passou por mim...
Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra, do que nos permitimos enxergar.
Que geralmente, absolutilizamos tudo que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto relativizamos a única coisa
absoluta que temos, nossa transcendência.

Meu anjinho já se foi, há longos anos.
Mas me deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei, por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci. Deixou uma lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.

Hoje, quando a noite chega e o céu está limpo, vejo uma linda estrela a quem chamo "meu anjo, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa.
Obrigado  anjinho,
Pela vida bonita que teve;
Pelas lições que me ensinaste;
Pela  ajuda que me deste.
Que bom que existe saudade!
Rogério Brandão
Médico oncologista clinico
RC Recife Boa Vista D4500
Cremepe 5758

08/05/2011

Se Eu Me Cansar da Vida...

Enviado por: Anjocaco
Senhor,
Se um dia também eu, como tanta gente,
estiver " cheio da vida" , com vontade
de sumir, de morrer, insatisfeito comigo
e com o mundo em torno de mim;


- Pergunta-me, apenas, se eu quero
trocar a luz pelas trevas;


- Pergunta-me, se eu quero trocar a fartura
da mesa posta, pelos restos que tantos
vem buscar no lixo;


- Pergunta-me, se eu quero trocar meus pés
por uma cadeira de rodas;


- Pergunta-me, se eu quero trocar minha
voz , pelos gestos;


- Pergunta-me se eu quero trocar o mundo
maravilhoso dos sons pelo silêncio dos
que nada ouvem;


- Pergunta-me, se eu quero trocar o jornal que
leio e depois jogo no lixo, pela miséria dos
que vão busca-lo para fazer dele seu cobertor;


- Pergunta-me, se eu quero trocar minha
saúde, pelas doenças incuráveis de tanta gente;


- Pergunta-me também, até quando
não reconhecerei as tuas bênçãos, a fim de fazer de
minha vida um hino de louvor e gratidão
e dizer, todos os dias, do fundo de mim:


- Obrigado, Senhor...!! 
Autoria desconhecida

04/05/2011

Diabetes mellitus: FDA aprova o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, para controle glicêmico de diabéticos tipo 2 - Pharma News > news.med.br

Diabetes mellitus: FDA aprova o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, para controle glicêmico de diabéticos tipo 2 - Pharma News > news.med.br

Diabetes mellitus: FDA aprova o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, para controle glicêmico de diabéticos tipo 2


O Tradjenta (linagliptina) pertence à classe dos inibidores da dipeptidil peptidase–4 (DPP-4). Ele foi desenvolvido por Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals, Inc. e Eli Lillycomo um comprimido de dose única diária de 5 mg, usado por via oral, para controle glicêmico de pacientes com diabetes mellitus tipo 2. O medicamento pode ser prescrito como monoterapia ou associado à metformina, glimepirida ou pioglitazona já utilizadas pelos pacientes.
O Food and Drug Administration aprovou o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, usado juntamente com a dieta e a prática regular de exercícios físicos para melhorar o controle da glicemia de pacientes diabéticos tipo 2.
Esta aprovação fornece uma nova opção de tratamento para esta doença que atinge milhares de pacientes em todo o mundo. O medicamento não foi estudado em combinação com o uso de insulina e não deve ser usado por pacientes com diabetes tipo 1 ou na cetoacidose diabética. continue lendo

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