08/05/2011

Se Eu Me Cansar da Vida...

Enviado por: Anjocaco
Senhor,
Se um dia também eu, como tanta gente,
estiver " cheio da vida" , com vontade
de sumir, de morrer, insatisfeito comigo
e com o mundo em torno de mim;


- Pergunta-me, apenas, se eu quero
trocar a luz pelas trevas;


- Pergunta-me, se eu quero trocar a fartura
da mesa posta, pelos restos que tantos
vem buscar no lixo;


- Pergunta-me, se eu quero trocar meus pés
por uma cadeira de rodas;


- Pergunta-me, se eu quero trocar minha
voz , pelos gestos;


- Pergunta-me se eu quero trocar o mundo
maravilhoso dos sons pelo silêncio dos
que nada ouvem;


- Pergunta-me, se eu quero trocar o jornal que
leio e depois jogo no lixo, pela miséria dos
que vão busca-lo para fazer dele seu cobertor;


- Pergunta-me, se eu quero trocar minha
saúde, pelas doenças incuráveis de tanta gente;


- Pergunta-me também, até quando
não reconhecerei as tuas bênçãos, a fim de fazer de
minha vida um hino de louvor e gratidão
e dizer, todos os dias, do fundo de mim:


- Obrigado, Senhor...!! 
Autoria desconhecida

04/05/2011

Diabetes mellitus: FDA aprova o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, para controle glicêmico de diabéticos tipo 2 - Pharma News > news.med.br

Diabetes mellitus: FDA aprova o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, para controle glicêmico de diabéticos tipo 2 - Pharma News > news.med.br

Diabetes mellitus: FDA aprova o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, para controle glicêmico de diabéticos tipo 2


O Tradjenta (linagliptina) pertence à classe dos inibidores da dipeptidil peptidase–4 (DPP-4). Ele foi desenvolvido por Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals, Inc. e Eli Lillycomo um comprimido de dose única diária de 5 mg, usado por via oral, para controle glicêmico de pacientes com diabetes mellitus tipo 2. O medicamento pode ser prescrito como monoterapia ou associado à metformina, glimepirida ou pioglitazona já utilizadas pelos pacientes.
O Food and Drug Administration aprovou o Tradjenta (linagliptina), um inibidor da DPP- 4, usado juntamente com a dieta e a prática regular de exercícios físicos para melhorar o controle da glicemia de pacientes diabéticos tipo 2.
Esta aprovação fornece uma nova opção de tratamento para esta doença que atinge milhares de pacientes em todo o mundo. O medicamento não foi estudado em combinação com o uso de insulina e não deve ser usado por pacientes com diabetes tipo 1 ou na cetoacidose diabética. continue lendo

Homens, por Oprah Winfrey

Enviado por: Clara


Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe;
Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre um que realmente te faz feliz.
Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia "esqueca-o!”. Vocês não podem “ser amigos”. Um amigo não destrataria outro amigo.
Não conserte.
Se você sente que ele está te enrolando provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que “ele vai melhorar”.
Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma..
Evite homens que têm um monte de filhos e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?
Sempre tenha seu próprio círculo de amizade separadamente do dele.
Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, fale!!
Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.
Você não pode mudar o comportamento de um homem... A mudança vem de dentro.
Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você… mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
Não o torne um semi-deus.
Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
Nunca deixe um homem definir quem você é.
Nunca pegue o homem de alguém emprestado. Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate. Nem todos os homens são cachorros.
Você não deve ser a única a fazer tudo…compromisso é uma via de mão dupla.
Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.
Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar.
Uma relação consiste de dois indivíduos completos,procure alguém que irá te complementar… não suplementar.
Namorar é bacana mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.
Faça-o sentir falta de você algumas vezes… quando um homem sempre sabe que você está lá e que você está sempre disponível para ele, ele se acha…
Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (ou co-assine qualquer documento) de um homem.
Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo oque você precisa. Mantenha-o em seu radar mas conheça outros…
Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas e outras mulheres a se prepararem.
O medo de ficar sozinha faz que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas.
Você deve saber, que você é o melhor  que pode acontecer para alguém e se um homem te destrata é ele que vai perder o melhor que pode existir, que é você.
Se ele ficou atraído por você à primeira vista saiba que ele não foi o único.
Todos eles estão te olhando então você tem várias opções.
Faça a escolha certa.


Este texto é da Oprah Winfrey, apresentadora conceituadíssima dos Estados Unidos.  

03/05/2011

Mãe só tem uma...‏

A professora mandou os alunos escreverem uma redação que terminasse com:  
'Mãe... Só tem uma'.


No dia seguinte, ela chama o Guilherme para ler a sua e o garoto começa:  

- "...Eu estava doentinho, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola.  Aí, de noite, a mamãe esfregou Vick Vaporub no meu peitinho, me deu um leitinho quentinho com um comprimidinho, me cobriu, eu dormi e, no dia seguinte acordei bonzinho e feliz. 'Mãe... Só tem uma.'


A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, deu dez para Guilherme.


Chamou o Antonio que já foi logo lendo a redação dele : 
- "...Eu tinha prova de Conhecimentos Gerais no dia seguinte, não sabia nada, não conseguia decorar nada, comecei a chorar, achando que ia tirar zero. Aí a mamãe sentou do meu lado, pegou o livro, me explicou tudo direitinho, tomou a minha lição e eu fui dormir sossegado. Quando acordei senti que sabia tudo, vim à escola. Fiz a prova e tirei 10. 
'Mãe... Só tem uma'..."


A classe, emocionada, aplaudiu Antonio. A professora deu 10 para ele também.


Desta vez chamou o Wandergleidson Jachson Júnior, vulgo "micuim",
: "...Cheguei no barraco, minha mãe que estava na cama com um cara, que nem conheço, diferente do cara da semana passada, então ela gritou para mim:  "Wandergleidson Júnior, seu neguinho filho da PUTA, vai lá na geladeira e traz duas cerveja".. Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela: 'MÃE... SÓ TEM UMA!"

30/04/2011

A Caderneta Vermelha

O carteiro estendeu o telegrama. 
José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa. Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto. Palavras breves e incisas. 
Seu pai faleceu. Enterro 18horas. Mamãe;
  
Jose Roberto continuou parado, olhando para o vazio. 
Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos, nenhum aperto no coração. Nada!


Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho? 
   
Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.
   
No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada. Ela sabia que pai e filho não se davam bem. 


A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, José Roberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa. 
   
Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa... Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última coisa que desejava na vida era ser parecido com ele. 


O velório: 
Poucas pessoas. A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio. Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho - como as que o pai gostava de cultivar. 
   
José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um... 
O funeral: 
O sabiá cantando, o sol se pondo e logo tudo terminou. José ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo.
   
Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão – Há mais tempo você poderia ter recebido isto - disse. - Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes...


Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro, revelou uma pequena caderneta de capa vermelha. Abriu-a curioso. 
   
Páginas amareladas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai: “Nasceu hoje o José Roberto. Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão! Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!”.


À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!
   
“Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu o vi  de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria. A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue”.
   
Outra página – “Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras”.


José Roberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua?
   
E quando, no dia do aniversário, a havia recebido, tinha corrido aos braços da mãe sem sequer olhar para o pai. Ora, o “velho” vivia mal-humorado, queixando-se do cansaço, tinha os olhos sempre vermelhos... e José Roberto detestava aqueles olhos injetados sem jamais haver suspeitado que eram de trabalhar até a meia-noite para pagar a bicicleta... !
   
“Hoje fui obrigado a levantar a mão contra meu filho! Preferia que ela tivesse sido cortada, mas fui preciso tentar chamá-lo á razão, José Roberto anda em más companhias, tem vergonha da pobreza dos pais ,e se não disciplinar, amanhã será um marginal.” 


“É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem.”


“Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo”. 
   
José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia. Naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos...


Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore... Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério. 
   
As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado. O “velho” escrevia de madrugada. 


Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde. 
   
E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor


A ultima pagina. Aquela do dia em que ele havia partido: 


- “Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?” 
   
“Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre. Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter.”


Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento. 
   
José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca. Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar
   
A aurora rompia no céu e mais um dia começava. “Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!” - certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido  na profundidade que ela continha. Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas. 
   
Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica, cor, alegria, despreocupação. vaidade. Não era ele um semideus? Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói.
   
De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores. Como não havia pensado nisso antes? Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos. 
   
Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha pala anotar uma a frase sobre seus herdeiros, jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome. Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra?
   
Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade. Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.


Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer. Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor. Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?
   
Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora: - “Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego.”
   
(Para quem já teve e para quem tem pai. Homenagem de: Luiz Carlos Moratelli )

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